Eu mandei o meu Genio campestre apanhar flores por entre os gelos do inverno. Formosas não saírão, bem o sei, porem n’esta estação do anno não mas dá melhores o estreito jardimzinho que me as Musas doarão nas fraldas do Parnaso. A ti, minha Irmã, me ordena o coração que as offereça. Felicidade será para mim, se quando para o teu lado me tornar, tu me disseres abraçando-me:—“Eu amo as flores que tu me enviaste, no meu seio as guardo: as da primavera menos me contentão do que estas, que o teu Genio campestre colhe no teu jardim, por entre os gelos do inverno.”
About This Book
A collection of pastoral poems and accompanying prologues that evoke rural scenes, seasonal renewal, and youthful memory. The poet pairs lyrical depictions of fields, shepherds, and nature’s cycles with reflective commentary on poetic practice, literary influences, and personal change; the introductory material considers the passage of time, editorial revision, and the uneasy act of revisiting early work. Traces of European pastoral models appear alongside moral and sentimental observations, while nostalgia, the contrast between past and present, and an affectionate celebration of countryside life provide thematic cohesion.