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Introdução á archeologia da peninsula Iberica

Chapter 33: TABELLA DAS GRAVURAS
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About This Book

The book outlines archaeology as a discipline that applies natural-science methods to historical and social questions, linking geology, paleontology, anthropology and history. It emphasizes prehistoric antiquities and the primacy of material remains and stratigraphic context for reconstructing the human past, describes field practices such as cave and site exploration, museum curation, and international collaboration, and argues that archaeological evidence can revise conventional historical narratives. The author calls for comparative and synthetic study across the Iberian Peninsula, greater institutional support, and highlights prehistoric research as contributory to understanding human origins and to wider scientific and cultural progress.

TABELLA DAS GRAVURAS

1, 2 e 3—Silex das collecções da Commissão geologica de Portugal, que o sr. Carlos Ribeiro suppõe terem sido lascados pelo homem terciario. Tamanho natural 29
4—Machado de silex lascado da estação de San Isidro. (Anales de la sociedad española de Historia Natural. Tom. I, cuaderno 3.º) 33
5, 6 e 7—Faca de silex da estação de Argecilla (Op. cit.) 39
8 e 9—Machadinha de pedra de Argecilla (Op. cit.) 40
10—Ponta de frecha de silex de Argecilla (Op. cit.) 41
11, 12 e 13—Pontas de frecha de silex da Fonte da Ruptura em Setubal. Tamanho natural. (Mus. da Escol. Polyt.) 41
14—Cabeça de lança de silex, achada n’um dolmen pouco distante de Niza. Metade do tamanho natural. (Commissão geologica) 42
15—Cabeça de lança da Sepultura de Martim Affonso, perto de Muge. Metade do tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) 42
16 e 17—Faca de silex da Cova da Estria. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) 43
18 e 19—Percutor de silex, descoberto no Alemtejo. Tamanho natural. (Collecção do sr. Gabriel Pereira, de Evora) 45
20—Machado de feldspath branco, polido, encontrado no Alemtejo. Metade do tamanho natural. (Collecção de archeologia do Instituto de Coimbra) 46
21 e 22—Instrumentos de pedra da caverna de Albuñol. Metade do tamanho natural. (Gongora. Antig. prehist. de Andalucia. Fig. 8 e 9) 47
23—Instrumento (picareta?) de calcareo branco, molle, achado em Mafra. Um terço do tamanho natural. (Commissão geologica) 47
24—Cabo de osso da Casa da Moura. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) 49
25—Puncção de osso de Almeria. Tamanho natural. (Gongora. Antig. prehist. de Andalucia. Fig. 61) 50
26—Puncção de osso da Fonte da Ruptura em Setubal. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) 50
27 e 28—Furador de pelles (?) objectos de osso achados na Fonte da Ruptura em Setubal. (Mus. da Esc. Polyt.) 51
29—Faca de osso de Albuñol. Tamanho natural. (Gongora, Antig. prehist. de Andalucia. Fig. 14) 51
30—Fragmento semicylindrico de osso, achado na anta de Bellas. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) 51
31—Machadinha (?) de schisto de Monte-Real, proximo de Leiria. Metade do tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) 52
32—Fragmento de uma machadinha (?) de schisto, achado na Cova da Estria. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) 52
33—Baculo (?) de schisto da Sepultura de Martin Affonso, perto de Muge. Um terço do tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) 53
34—Machadinha de calcareo branco, achada na Cova da Estria. Tamanho natural. (Commissão geologica) 54
35—Fragmento cylindroide de calcareo branco da Cova da Estria. Metade do tamanho natural. (Commissão geologica) 55
36—Conta de calcareo da anta de Bellas. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) 56
37—Contas de schisto da anta de Bellas. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt) 56
38—Fragmento de louça de Mont’Abrão, propriedade do sr. marquez de Bellas. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) 57
39—Fragmento de louça da Pena em Setubal. (Mus. da Esc. Polyt) 57
40—Fragmento de louça da Fonte da Ruptura em Setubal. Metade do tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) 57
41—Fragmento de louça de Albuñol. Metade do tamanho natural. (Gongora, Antig. prehist. de Andalucia, Fig. 51) 57
42—Diadema de ouro da caverna de Albuñol. Um quinto do tamanho natural. (Gongora, Antig. prehist. de Andalucia, Fig. 1) 58
43—Fragmento de tecido de esparto de Albuñol. Um dezeseis avos do tamanho natural. (Gongora, Antig. prehist. de Andalucia, Fig 2) 59
44—Fragmento de tecido de esparto de Albuñol. Um vinte avos do tamanho natural. (Gongora, Antig. prehist. de Andalucia. Fig. 7) 59
45—Fragmento de tecido de esparto de Albuñol. Um nono do tamanho natural. (Gongora, Antig. prehist. de Andalucia. Fig. 1) 59
46—Bolsa de esparto de Albuñol. Metade do tamanho natural. (Gongora, Antig. prehist. de Andalucia. Fig. 20) 60
47—Concha vasada para servir de bracelete da Cueva de la Mujer. Metade do tamanho natural. (Mac-Pherson, 2.ª parte. Est. VIII, fig. 3) 61
48—Pedra balouçante de Boariza, na provincia de Santander. (Sem. Pint. Esp. de 1857, pag. 133) 79
49—Pedra balouçante de Abra, na provincia de Santander. (Sem. Pint. Esp. de 1857, pag. 249) 79
50 e 51—Dolmen da Lairinha a 3:500 metros ao norte de Arrayollos, districto de Evora, provincia do Alemtejo. (Estampa lithographica do sr. Pereira da Costa) 81
52 e 53—Dolmen de Valle de Moura. (Estampa lithographica do sr. Pereira da Costa) 82
54—Dolmen del Hoyon. (Antig. prehist. de Andalucia, pag. 83) 84
55—Dolmen de Ascensias. (Antig. prehist. de Andalucia, pag. 101) 85
56, 57, 58 e 59—Vista interior, vista exterior, vista lateral e planta do tumulo de Antequera. (Sem. Pint. Esp. de 1857) 86 88
60, 61 e 62—Alçado, secção e planta do dolmen interior do tumulo de Eguilaz na provincia de Alava. (Sem. Pint. Esp. de 1857, pag. 157) 92
63—Machado de cobre do Alemtejo. Metade do tamanho natural. (Collecção de archeologia do Instituto de Coimbra) 116
64—Machado de bronze do Alemtejo. Um terço do tamanho natural. (Collecção do sr. Gabriel Pereira) 116
65—Ponta de frecha de cobre da Casa da Moura, uma das cavernas de Cesareda. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) 117
66—Facas de cobre ou de bronze da Fonte da Ruptura de Setubal. Tamanho natural. (Mus. da Esc. Polyt.) 118
67—Serrote de cobre ou de bronze da Fonte da Ruptura. (Mus. da Esc. Polyt.) 118
68—Espada de cobre do Alemtejo. Um quarto do tamanho natural. (Bibliotheca de Evora) 120
69 e 70—Punhos de espadas de cobre do Alemtejo. Tamanho natural. (Bibliotheca de Evora) 120
71—Espada de bronze do Alemtejo. Dois nonos do tamanho natural. (Collecção do sr. Gabriel Pereira) 120
72—Punhal de bronze da Galiza. Tamanho natural. (Mus. Esp. de antig. tom. IV) 121
73—Punho de um punhal de ferro da Galiza. Tamanho natural. (Mus. Esp. de antig. tom. iv) 122
74 e 75—Idolo de bronze. Tamanho natural. (Bibliotheca de Evora) 123
76, 77 e 78—Idolos de bronze. Tamanho natural. (Bibliotheca de Evora) 124
79 e 80—Cabras de bronze. Tamanho natural. (Bibliotheca de Evora) 125