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Opúsculos por Alexandre Herculano - Tomo 02 cover

Opúsculos por Alexandre Herculano - Tomo 02

Chapter 17: INDICE
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About This Book

Uma série de ensaios defende que a imprensa deve proteger a razão, a arte e a honra nacional, lamentando a predominância de paixões presentes que preferem lisonjas fáceis a convicções racionais. O autor critica o impulso destruidor contra monumentos e tradições, distingue duas fases recentes de renovação e ruína, e analisa reformas modernas que transformaram a ciência, a literatura e a arquitetura. Contrastam-se o luxo decorativo de obras sacrais com a sobriedade utilitária de empreendimentos públicos, e proclama-se a necessidade de coragem intelectual para preservar o património contra modas efémeras.

[11] Veja-se a circular da congregação De Propaganda Fide de 4 de junho de 1858 a p. 75 do Additamento ás Reflexões sobre o padroado portuguez no Oriente.

[12] Constitutiones Communes Congreg. Miss. cap. 5.^o, § 1.^o, e cap. 11.^o, §§ 4.^o e 5.^o.

[13] Cùm igressi fuerint loca ea, in quibus Ordinarii resident, eos quam primùm adeant, suamque operam illis submissè offerant, et facultatem ad exercenda societatis ministeria modestè ac religiosè petant. Institutum societ. Jesu, vol. I, pag. 376.

[14] Non solum quoad ejus voluntatem nobis notificatam, sed etiam quoad ejus intentionem. Const. Com. Congreg. Mission., cap. 5.^o, § 2.^o,—tenebit pro certo voluntatem Dei sibi significari per voluntatem superioris. Ibid, § 4.^o.

[15] Vide decreto de 9 de agosto de 1833.

[16] O instituto das irmãs de caridade foi auctorisado em França em 1658.

[17] Nestes asylos, de que o commissario dos estudos se queixava em 1856, os logares de magisterio eram providos por concurso na fórma dos respectivos estatutos approvados pelo governo. Em 1858, porém, as mestras já haviam sido substituidas por irmãs de caridade francesas por mero arbitrio das pessoas que os dirigiam.

[18] De Lavergne, L'Agriculture et la Population, pag. 399. (Note F.)

[19] Legoyt, Journal des Economistes, mars de 1857; De Lavergne, ibid., pag. 337.

[20] Les lazaristes ont plus de vingt millions placés en rentes sur differents états, de manière qu'à tout événement leurs ressources et leurs moyens d'action ne leur manquent jamais. Génin, Ou l'Église ou l'État, pag. 213.

Tous les journaux, et notamment l'Univers, ont été remplis d'annonces et de prospectus de la caisse militaire et des distilleries du Nord, et parmi les noms des administrateurs destinés à faire arriver l'actionnaire, le public lisait avec édification: Mr. l'abbé Étienne, procureur générale des prêtres de S. Lazare… Mr. J. B. Nozo, supérieur général des lazaristes. Les lazaristes marchands d'hommes et fabricants d'eau de vie! Id. Ibid.

[21] Excepté l'infortunée Pologne, l'Espagne, le Portugal, toutes les provinces de l'ordre y sont représentées. L'Univers cit. por Génin, pag. 211.

[22] Ord., liv. 5.^o tit. 38.

INDICE

Monumentos Patrios
Da Propriedade Litteraria
Appendice
Carta á Academia das Sciencias
Mousinho da Silveira
Carta aos Eleitores do Circulo de Cintra
Manifesto da Associação Popular Promotora da Educação do Sexo Feminino