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Historia Pitoresca: Palavras e frases celebres cover

Historia Pitoresca: Palavras e frases celebres

Chapter 112: INDICE
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About This Book

Coletânea de anedotas históricas e locuções célebres reunidas e explicadas num tom pittoresco; cada texto reconstrói episódios, personagens e circunstâncias que originaram frases ou provérbios, oferecendo contexto, interpretação e, por vezes, comentários morais. A organização privilegia pequenas vinhetas narrativas e notas esclarecedoras, visando conciliar o gosto pelo entretenimento com finalidade instrutiva, através de leituras breves destinadas a ilustrar usos e significados de expressões notórias.

INDICE

  PAG.
DO AUCTOR 7
I—Amanhã os negocios sérios9
II—Alexandre11
III—Audacia, ainda audacia e sempre audacia19
IV—Delicias de Capua21
V—Disse eu alguma tolice?23
VI—Arca de Noé24
VII—Queimar não é responder25
VIII—Caim, que fizeste de teu irmão?26
IX—Do Capitolio á rocha Tarpeia só ha um passo27
X—Catão29
XI—Cezar30
XII—Estava escripto40
XIII—Conhece-te a ti proprio41
XIV—As joias de Cornelia42
XV—Cresus43
XVI—Dôr, tu não és um mal44
XVII—Egéria46
XVIII—Mais uma victoria como esta e estamos perdidos47
XIX—Espada de Damocles49
XX—O prato de lentilhas51
XXI—E eu tambem sou pintor!52
XXII—Estrella dos Reis Magos53
XXIII—E, comtudo, ella gira!54
XXIV—Virtude, não és mais que um nome56
XXV—Festim de Balthazar57
XXVI—Forcas caudinas59
XXVII—Irmão é preciso morrer61
XXVIII—Cahir com graça62
XXIX—Hippocrates diz sim, Galiano diz não63
XXX—É muito tarde64
XXXI—Não ha grande homem para o seu creado de quarto66
XXXII—Cantam, elles pagarão67
XXXIII—Perdi o meu dia68
XXXIV—Amo Platão, mas amo mais a verdade69
XXXV—Achei!—Eureka!70
XXXVI—Eu desejaria não saber escrever72
XXXVII—Linguas d'Esopo73
XXXVIII—Lanterna de Diogenes75
XXXIX—O mestre o disse76
XL—O rei é morto, vive o rei!77
XLI—O estado sou eu!78
XLII—Alavanca d'Archimedes79
XLIII—Magdalena80
XLIV—Casa de Socrates81
XLV—Desgraça aos vencidos!83
XLVI—Manto de Joseph84
XLVII—Mario sobre as ruinas de Carthago85
XLVIII—Subir ao Capitolio86
XLIX—Onde não ha el-rei o perde88
L—Onde se vae aninhar a virtude?89
LI—Perdoae-lhes, meu Pae, não sabem o que fazem90
LII—Lavar as mãos como Pilatos91
LIII—O que não peccou, atire a primeira pedra93
LIV—Tres linhas escriptas e eu farei enforcar quem as escreveu94
LV—Quem te fez conde? Quem te fez rei?96
LVI—A Cezar o que é de Cezar a Deus o que é de Deus97
LVII—Salto de Leucade99
LVIII—Se é possivel, está feito; se é impossivel se fará100
LIX—Terra promettida102
LX—Thebaida103
LXI—Desça o panno acabou a comedia!105
LXII—Tudo é perdido, menos a honra106
LXIII—Trombetas de Jericó108
LXIV—A tunica de Christo109
LXV—Um imperador deve morrer em pé110
LXVI—Vendilhões expulsos do templo111
LXVII—Gritar no deserto112
LXVIII—Zoilo113
LXIX—Aspasia114
LXX—Babylonia116
LXXI—Incendiar os seus navios117
LXXII—Os ultimos romanos119
LXXIII—Faça cabelleiras, mestre André120
LXXIV—Fé do carvoeiro122
LXXV—Ha juizes em Berlim123
LXXVI—Judas—Beijo de Judas126
LXXVII—Pragas do Egypto127
LXXVIII—Não toqueis na rainha128
LXXIX—O ovo de Colombo130
LXXX—Waterloo133
LXXXI—Templo de Jano136
LXXXII—Estatua de Nabuchodonosor137
LXXXIII—Sepulchros do Evangelho139
LXXXIV—Isso que prova?141
LXXXV—Manná142
LXXXVI—Annel de Gyges144
LXXXVII—Honni soit qui mal y pense146
LXXXVIII—Mal com el-rei pelos homens e mal com os homens por el-rei147
LXXXIX—Bandeira da Misericordia148