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Obras poeticas de Gregorio de Mattos Guerra - Tomo I cover

Obras poeticas de Gregorio de Mattos Guerra - Tomo I

Chapter 90: INDICE DO TOMO I
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About This Book

A edição reúne uma ampla coletânea de poesias do poeta barroco, abrangendo composições sacras, jocosas e satíricas, e incorpora uma biografia atribuída a Manuel Pereira Rebello. O texto provém de edição crítica baseada em múltiplos manuscritos e impressos, com comentários sobre variantes textuais e decisões editoriais, incluindo a supressão de trechos obscenos indicada por sinais. A introdução detalha proveniências de códices e antecedentes de publicações parciais, e o corpo do volume organiza e anota os poemas para orientar a leitura e o estudo das diferentes tendências temáticas do autor.

INDICE DO TOMO I

Introducção V
Vida do dr. Gregorio de Mattos Guerra pelo licenceado Manuel Pereira Rebello 1
Aos vicios: tercetos 41
Benze-se o P. de varias acções que observava na sua patria 45
Reprovações 48
Verdades 53
Justiça que faz o P. na honra hypocrita pelos estragos que anda fazendo na verdadeira honra 67
Dialogo entre o Demonio e a Alma 73
Contra os ingratos murmuradores do bem que actualmente recebem da mãe universal, que os affaga, se queixa a Bahia, confessando-se das culpas, que lhe dão, pelos preceitos do Decalogo 77
Á gente da Bahia 100
Observações criticas sobre varias materias por occasião do cometa apparecido em 1680 109
A fome que houve na Bahia no anno de 1691 116
Retrato do governador Antonio Luiz da Camara Coutinho 120
Milagres do Brazil. Ao padre Lourenço Ribeiro, homem pardo, que foi vigario da freguezia de Passé 126
A um homem humilde que se metteu a fidalgo 130
A uma briga que teve certo vigario com um ourives por causa de uma mulata 134
A prisão de duas mulatas por uma querella que d’ellas deu o celebre capitão Domingos Cardoso, de alcunha o Mangará, pelo furto de um papagaio 138
Epigramma sobre varios assumptos 141
Descreve o P. racional e verdadeiramente queixoso os extravagantes meios com que os extranhos dominam indignamente sobre os naturaes na sua patria 144
Retrato do governador Antonio de Sousa de Menezes, chamado o Braço de Prata: sylva 154
Ao confessor do arcebispo d. frei João da Madre de Deus 159
Em 1686 diminuiram aquelle valor a que se havia erguido a moeda quando o P. estava na côrte, onde então com seu alto juizo sentiu mal do arbitrista que assim o aconselhára a el-rei, & 164
Retrato do padre Damaso da Silva 168
Marinicolas 172
Ao Braço Forte, estando preso por ordem do governador Braço de Prata 180
Á D. João de Alencastre, que vindo do governo de Angola por escala a Bahia, e estando nella hospede do governador Antonio Luiz Gonçalves da Camara Coutinho, seu cunhado, em cujo desagrado se achava o P., se queixou de que este o não houvesse visitado, pedindo-lhe que ao menos lhe fizesse uma satyra por obsequio 185
Á João Gonçalves da Camara Coutinho, filho do dito governador Antonio Luiz Gonçalves da Camara, tomando posse de uma Companhia de infantes em dia de S. João Baptista, assistindo-lhe de sargento seu tio dom João de Alencastre 188
Á Pedro Alvres da Neiva, quando embarcou para Portugal: romance 191
No Boqueirão de S. Antonio do Carmo, dentro de uma peça de artilharia descavalgada esteve muitos dias uma cobra surucucú assaltando aos que passavam com morte de varias pessoas, sendo governador Antonio Luiz Gonçalves da Camara Coutinho (é este o assumpto da poesia): romance 197
Á Brites, uma parda dama, vulgarmente chamada Betica, pedindo-lhe cem mil réis: romance 200
Á Annica, outra similhante parda, pedindo-lhe um cruzado para pagar uns sapatos: romance 204
Á umas moças que costumavam ir a uma roça: romance 207
Á mulata Joanna Gafeira, estando queixosa do P. a haver satyrisado 209
Á Damazia, outra mulata que chamava seu um vestido que trazia de sua senhora: romance 212
Á uma dama por nome Ignacia Paredes: romance 215
Á uma moça por nome Barbara: romance 219
Satyrisa allegoricamente a varios ladrões da republica: romance 223
Ao padre Damaso da Silva: romance 232
Á Bento Pereira: romance 237
Aos cavalleiros que correram na Festa das Virgens no anno de 1685, primeiro do govêrno do marquez das Minas 239
Á cavallaria da Festa das Virgens no tempo do governo de João de Alencastre, sendo juiz Gonçalo Ravasco Cavalcante de Albuquerque 249
Chegando o marquez das Minas a governar o Estado com o conde do Prado, seu filho, tractou logo de alliviar os magnates da Bahia, chamando-os do desterro em que padeciam, amedrontados do seu antecessor pela morte que outros deram ao alcaide mór Francisco Telles, e por acção de graças lhe fez o secretario de Estado Bernardo Vieira Ravasco esta decima, que o P. glozou com os primeiros costumados metaphoricamente 264
Á uns clerigos, que indo ao exame do cantochão para ordens sacras na presença do arcebispo d. João Franco de Oliveira, desafinaram perturbados 270
Epistola ao conde do Prado: romance 273
Á tres freiras do Convento da Rosa, todas irmãs, a quem ouviu o auctor cantar, e a uma tanger rabecão 277
Á duas moças pardas 280
Á sogra de Gonçalo Dias, mandando-lhes uns sonhos 283
Á Brites, uma dama pretendida de muitos e de nenhum lograda 286
Conversa que teve o auctor em uma roça com a mesma dama 289
Á mesma Brites, arrependida de haver casado 291
Á uma moça chamada Thereza, de côr trigueira 294
Á uma dama a quem o P. em certa occasião achou mais formosa do que costumava ver 296
Á uma dama esquiva 299
Dando uma que da á vista de uma dama, que se entende ser a celebrada Babú 302
Julga o P. com subtileza a culpa de acontecimentos iniquos no tempo abstracto. Entende-se ser esta obra satyra ao governador Antonio de Sousa de Menezes, por alcunha o Braço de Prata 305
Á Luiz Cesar de Menezes, governador de Angola, pedindo-lhe de Carconda certo favor ou despacho por titulos de comedias 309
Redargue o P. a doutrina ou maxima do bem viver que muitos politicos seguem de involver-se na confusão de homens perdidos o nescios, para passarem com menos incommodo esta humana vida 312
Descreve o rico feitio de um celebre Gregorio de Negreiros, em que varias vezes falla, moço com quem gracejava com divertimento naquelle sitio 318
Á Henrique da Cunha, chegando do sitio da Itapema á Cajahyba 321
Pedindo-se a soltura de um mulato á seu senhor 326
Á Antonia, moça parda de Pernamirim chamada vulgarmente Catona 329
Á mesma Catona, despedindo-se o auctor de Pernamirim para a villa de S. Francisco 332
Á Annica, uma mulata da Cajahyba 335
Á uma mulata de Pernamirim chamada Luzia 338
Á Antonia, moça parda, chamada a Marimbonda, que morava na rua da Poeira, e a viu o P. no Campo da Palma debaixo de uma urupemba em casa de uma amiga. Allude ao remedio sympathico de se queimar a casa dos marimbondos, para se extinguir logo a dôr das suas picadas 341
Saudoso de Pernamirim e por occasião de haver visto na villa de S. Francisco, onde estava, um moleque chamado Moçorongo, escreve a um amigo d’aquelle sitio: romance 344
Escreve tambem queixoso a um seu amigo Ignacio, morador em Pernamirim, em quem falla no romance antecedente: romance 347
Á Antonio de Andrade, sendo dispenseiro da Misericordia 351
Ao capitão João Rodrigues dos Reis, homem generoso e alentado, grande amigo do P. 354
Despede-se o P. da Bahia quando foi degradado para Angola 357